Atualização No dia 1 de cardapio para ganhar massa muscular magra homem setembro de 2015, a Fundação Oswaldo Cruz fez uma publicação no site da instituição explicando que o medicamento feito a partir da substância química fosfoetanolamina, apresentado como uma alternativa terapêutica para diversos tipos de neoplasias (câncer) por cientistas do Instituto.
No entanto, na entrevista que ele deu para o G1 podemos perceber que Gilberto apenas acredita que encontrou a cura para o câncer, o que é muito diferente de provar que descobriu a cura!Como o próprio G1 mostrou aqui nessa outra reportagem, nem todas as pessoas tratadas com esse remédio notaram melhora na saúde e algumas até pioraram.Ainda, sobre a patente da substância, a Fiocruz destacou que não realizou o pedido da mesma aos pesquisadores da USP e que esse não é o procedimento administrativo necessário para a realização dos estudos em questão.Os ganhos iriam ser inestimáveis!Fim da atualização Atualização No dia 13 de outubro de 2015 a Universidade de São Paulo (USP) emitiu uma nota de esclarecimento a respeito dessa polêmica envolvendo o nome da instituição.Houve mesmo uma série de testes envolvendo o uso de fosfoamina no combate das células cancerígenas, mas o estudo kupony mcdonald listopad 2018 foi feito apenas em laboratório (in vitro) e nunca passou para a fase de testes em animais e/ou em humanos.Gilberto Orivaldo Chierice, que já foi ao Grupo de Química Analítica e Tecnologia de Polímeros e, atualmente está aposentado.Ou seja, uma conclusão nada conclusiva e é preciso termos cuidado com isso!




O pesquisador da fosfoamina afirma que muitas pessoas foram curadas por esse remédio, mas não há nenhum estudo feito a respeito.Finalmente foi descoberta a cura para o câncer?Acreditem, eles lucrariam muito (mas muito mesmo) mais com a cura do câncer.No dia 26 de agosto de 2015, uma reportagem mostrou que o químico,.A pesquisa do doutor Gilberto Chierice chegou a ter publicações científicas, mas as conclusões dos artigos não são nada promissoras.O oncologista Felipe Ades explica em seu site as razões pelas quais a fosfoamina não pode ser considerada um medicamento para a cura do câncer.Ela foi estudada na USP como um produto químico e não existe demonstração cabal de que tenha ação efetiva contra a doença: a USP não desenvolveu estudos sobre a ação do produto nos seres vivos, muito menos estudos clínicos controlados em humanos.



O gráfico abaixo mostra as fases pelas quais a substância deve passar até se tornar um medicamento que possa ser vendido no balcão das farmácias (o que demora anos).
O texto completo pode ser lido aqui!
Supondo que uma caixa de comprimidos com a cura para o câncer fosse vendida por R 500 cada e que apenas 40 desses pacientes pudessem comprar, a famigerada máfia da indústria do remédio lucraria cerca de 2,8 bilhões de reais por ano!


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